quarta-feira, fevereiro 01, 2012

Numa vertigem pseudo-psicadélica

O destino está dentro de nós, mas não está ao nosso alcance. Temos o Universo dentro de nós, em cada célula, em cada átomo. Temos que superar a barreira do palpável e almejar por algo que nos liberte da nossa prisão mundana. A verdadeira liberdade reside no plano do meta-ser, ou melhor, do verdadeiro ser. Porque esse é aquele que surge quando corpo e mente são indistinguíveis.
O ser humano só vai poder aperceber-se da verdadeira essência dos eu ser quando se livrar do estigma do determinismo vigente. E no final do túnel tudo se resume ao conceito do Amor Cósmico... patente em cada perfeita combinação da Natureza, em cada colisão de partículas, em cada flor que floresce, em cada ave que voa, em cada onda do mar, em cada olhar, em cada lágrima, em cada desejo, em cada beijo... Porque tudo é tão simples e belo, e por isso mesmo, tão misterioso...



Saudações,

The Rover

1 comentário:

  1. Fernando Pessoa falou da dor de pensar, da dor associada à crescente fusão do Homem pensante com o mundo misterioso que o envolve.
    Gostei muito do teu texto, identifica-se imenso com a minha forma de viver e pensar. No final do balanço, no ajuste de contas com a vida, julgo que o que conta não será tanto o que foste como ser individual mas como interagiste com o meio que te rodeia e o respeitaste.
    No final, conta a nossa paz, a nossa aceitação com as condiçoes em que nascemos e o que de respeitoso fizemos ao construir o nosso destino. Se calhar interpretei mal o teu texto, ou fui longe demais em relaçao as tuas palavras mas foi o que me transmitiu =)

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